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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

NOTICIAS DA SEMANA SERIES DIMAIXX!!!

  •  NOTICIA DO DIA 07/10/2011- SEXTA-FEIRA

Série "Os Simpsons" pode sair do ar



Série está ameaçada / Divulgação/Site Oficial

A voz por trás do ambicioso Sr. Burns, personagem da série de TV "Os Simpsons", disse nesta sexta-feira, dia 7, que propôs uma redução de 70% em seu salário, para manter o desenho no ar, mas o canal Fox rejeitou a proposta.

Harry Shearer é um dos dubladores da série, envolvidos em uma disputa contratual com o canal - uma unidade da empresa News Corp., de Rupert Murdoch - que ameaça acabar com a bem sucedida série, após 23 temporadas.

"Para tornar o mais fácil possível para a Fox manter a produção de novos episódios de Os Simpsons, estou disposto a deixá-los cortar meu salário não só em 45%, mas também em mais de 70%, diz Shearer em um comunicado. "Tudo o que peço em troca é que eu possa ter uma pequena parte dos eventuais lucros."

O dublador acrescentou que, em uma reunião nesta quinta-feira, dia 6, a Fox disse a seus representantes que "simplesmente não havia circunstâncias" sob as quais os dubladores poderiam "compartilhar do sucesso da série".

O canal anunciou na última terça-feira que, por mais "brilhante" que o programa possa ser, não poderia manter sua produção com "o modelo financeiro atual".

Shearer, que também dubla outros personagens, foi o primeiro integrante da equipe de dubladores a falar sobre a disputa.

"Tivemos uma grande carreira, e ninguém deve sentir pena de nenhum de nós (...) Mas devido à grande alegria que o programa proporcionou a tanta gente nos últimos anos, e levando em conta o lucro milionário que a News Corp. obteve e irá obter com ele, fica difícil acreditar que esta seja a última palavra da Fox sobre o assunto."

Segundo o site do "Daily Beast", que revelou o impasse nas negociações salariais, a Fox quer que os dubladores aceitam um corte salarial de 45%.

  •  NOTICIA DO DIA 06/10/2011- QUINTA-FEIRA


Canal TBS desembarca no Brasil exibindo ‘Hot in Cleveland’



Hot in Cleveland

Estreou esta semana no Brasil o canal de TV por assinatura TBS muitodivertido, que tem como foco uma programação 100% voltada ao humor. O canal, da família Turner, inicialmente está disponível apenas para os assinantes da operadora Via Embratel.
Na chegada ao Brasil, o TBS muitodivertido terá uma única série inédita, a elogiada Hot in Cleveland. Exibida nos EUA pelo pequeno canal TV Land, o seriado gira em torno de três amigas de meia idade que vivem de Los Angeles que acabam se mudando encontrando o romance Cleveland. O seriado tem três protagonistas de renome, Valerie Bertinelli(O Toque de um Anjo), Jane Leeves (Frasier) e Wendie Malick (Just Shoot Me), mas quen rouba a cena mesmo é a lendária Betty White (As Super Gatas, Justiça sem Limites), de 89 anos, que foi indicada este ano ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na série.Hot in Cleveland já teve duas temporada exibidas, totalizando 32 episódios. O terceiro ano da série estreia em novembro nos EUA.No Brasil, a série estreia nesta quinta-feira, dia 6, às 22h30.
Completa a programação do TBS muitodivertido a série The Office (que também é exibida no canal FX) e muito filmes – o destaque do canal no mês é O Grande Lebowski, que irá ao ar no sábado, 15 de outubro, às 22h.Com informações da assessoria de comunicação da Turner.

  •  NOTICIA DO DIA 05/10/2011- QUARTA-FEIRA

‘Gravity‘ chega ao Brasil quianta-feira, exclusivamente pelo Globosat HD


- Drama com toques de humor negro mostra personagens que se encontram em um grupo de apoio aos que tentaram suicídio
- Ator Ving Rhames, de Missão: Impossível e Pulp Fiction, integra o elenco
- Primeiro episódio vai ao ar quinta-feira, dia 6 de outubro, às 22h30
Uma nova série da Starz chega ao Brasil pelo Globosat HD. Após exibir “Spartacus: Blood and Sand”, “Spartacus: Gods of the Arena” e “Camelot”, o canal em alta definição da Globosat estreia “Gravity” na quinta-feira, dia 6 de outubro, às 22h30. Com dez episódios, o drama com toques de humor negro mostra personagens que se encontram em um grupo de apoio para os que tentaram suicídio. Esse encontro é o início para uma série de relacionamentos entre pessoas com perfis completamente diferentes e também para uma segunda chance na vida. Ving Rhames, conhecido no Brasil por filmes como Pulp Fiction e Missão: Impossível, integra o elenco.
Os personagens principais são Robert e Lily, de mundos completamente diferentes e particularmente testados quando o misterioso detetive Miller passa a ter um estranho interesse neles. O casal se une a uma ex-supermodelo, um funcionário da construção civil, um adolescente, uma perfeita dona-de-casa e um ex-jogador de beisebol que é também o líder do grupo, papel de Ving Rhames. Esse inusitado grupo aprende a viver e amar novamente em Nova York. (Fotos de divulgação disponíveis aqui e aqui)
PERSONAGENS
Lily Champagne (Krysten Ritter) – Uma jovem na faixa dos 20 anos, bonita, artística e sem religião. Ela odeia o trabalho e sua vida e, uma noite, decide dar um fim em tudo. Após uma experiência no processo de ressureição ela tem a visão de um amante celestial, que lhe dá propósito para viver. (Foto disponível aqui)
Robert Collingsworth (Ivan Sergei) – Com cerca de 30 anos e bonito, é uma criança que não se desvencilha de sua mãe. Ele tenta se matar após perder sua esposa, só para acabar acidentalmente como uma celebridade. Robert se sente atraído por Lily como um imã, mas acha que fazer sexo com ela é um pecado maior do que a tentativa de suicídio. (Foto disponível aqui)
Christian Miller (Eric Schaeffer) – Um oficial da lei que atua por suas próprias regras e com segredos misteriosos de um passado negro. Ele investiga a tentativa de suicídio de Lilly e mantém um interesse em seu bem estar, se metendo na vida dela e de Robert. (Foto disponível aqui)
Dogg McFee (Ving Rhames) – Um ex-jogador de beisebol que tentou se matar há muito anos e hoje é o líder do grupo de apoio. Mesmo estando em uma cadeira de rodas, ainda possui muita força, tanto física quanto mental. (Foto disponível aqui)
Shawna Rollins (Rachel Hunter) – Uma ex-modelo que tentou o suicídio após seu agente pedir para ela aparecer em um programa especial sobre “Onde Eles Estão Agora”. Embora ela esteja aparentemente boa com sua nova carreira como motivadora pessoal, algo ainda parece estar faltando. (Foto disponível aqui)
Carla Glick (Robyn Cohen) – Uma jovem dona-de-casa que, na superfície, parece otimista e feliz. Uma peruca cobre uma longa e feia cicatriz em sua cabeça quando ela tentou se matar com um tiro. Ela recebe inspiração de Lily e do grupo para sair de sua concha. (Foto disponível aqui)
Adam Rosenblum (Seth Numrich) – Um adolescente de 17 anos infeliz e solitário. É um músico talentoso que vive com seus pais extremamente amorosos. O grupo pode ser o primeiro lugar onde vai encontrar outras pessoas com quem pode realmente se conectar. (Foto disponível aqui)
Jorge Sanchez (James Martinez) – Colombiano que trabalha na construção civil que tenta se matar por causa de sua terrível autoestima, basicamente por ter um pênis tragicamente pequeno. Ele persegue seu sonho de trabalhar com stand-up comedy tendo como tema piadas sobre o seu problema, o que acaba se tornando uma forma de terapia. (Foto disponível aqui)
SINOPSE DOS TRÊS PRIMEIROS EPISÓDIOS
Primeiro episódio (no ar dia 06.10).

  •  NOTICIA DO DIA 04/10/2011- TERÇA-FEIRA

Compaixão pelos diabos: na TV, nossos anti-heróis favoritos


Um dos maiores e melhores prazeres de uma boa narrativa audio visual é poder torcer por quem menos se espera. É um prazer maior que o dos vilões que amamos odiar : o herói improvável, o anti-herói,   fala de nossas próprias falhas e dúvidas, e de uma redenção pequena mas possível. O anti-herói pode ser medonho em algumas áreas de sua vida, e amoroso e dedicado, em outras. A perfeição foi posta de lado – estamos no mundo onde definições de bem e mal são relativas.
A TV, que cada vez mais está dando surras no cinema em termos de inteligência e ousadia, traz, nesta temporada, alguns de nossos mais queridos anti-heróis.
A sólida base literária fornecida por Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, tem apenas parte do crédito para a complexidade de Dexter (Showtime), possivelmente o anti-herói por excelência da telinha. A sexta temporada começou ontem nos EUA, levantando mais uma vez o limite da excelência e cutucando uma onça muito feroz – religião- com vara curtíssima. Procurando uma boa escola para seu filhote, Dexter se vê conversando sobre crenças com uma freira –e , por exclusão, deixando bem claro que não acredita em coisa alguma. Seu improvável parceiro desta temporada parece ser um ex-presidiário-transformado-em-pastor (Mos Def, excelente) e seu principal antagonista, uma dupla de fanáticos obcecados com o Apocalipse (Edward James Olmos e Colin Hanks, ótima escalação de elenco).
Uma outra série provavelmente escolheria o caminho mais fácil da redenção explícita, mas Dexter está ocupada com as nuances da definição de “fé” e como sua força não tem, necessariamente, ligação nem com bem nem com mal. Depois de uma quinta temporada de altos e baixos, o que vi desta sexta – cinco episódios- me dá mais do que motivo para esperar uma epifania.
Mr. White vai para o inferno _ e Jesse, será que fica pelo purgatório? A quarta temporada de Breaking Bad (AMC) termina nos EUA domingo que vem, dia 9 e, como o criador Vince Gilligan prometeu ao final da terceira, a jornada de seus personagens está absolutamente coerente com as escolhas que fizeram. Se Dexter nos oferece uma alma fracionada – o profissional simpático, o irmão querido, o pai devotado… e o passageiro sombrio, nascido do trauma e da dor- Breaking Badé exclusivamente sobre opções e responsabilidades. Você é o que você escolhe, a série diz, e cada pequeno passo tem seu peso na teia da vida.
Nesta quarta temporada Mr. White começou a esgotar sua quota de riscos sem retorno. Numa cena absolutamente genial de um dos episódios finais ele está literalmente enterrado vivo, nas fundações da casa que um dia dividiu com sua familia, berrando, soluçando e rindo ao mesmo tempo, num ataque de  lucidez instantânea, vendo afinal tudo o que andou fazendo nos últimos anos.
Mas esta quarta temporada não foi apenas sobre como o personagem de Bryan Cranston administrou suas escolhas _ ela também é sobre Jesse, Skyler, Gus Fring (esta foi a temporada para Giancarlo Esposito brilhar). Opções são um bordado, cada uma é um ponto sustentando outro.  O que vimos, com a estranha alegria que os anti-heróis nos dão, foram 13 episódios em direção do inevitável.

Para um personagem (em parte verdadeiro) dos anos 1920, Nucky Thompson é uma figura extremamente contemporânea. E, com certeza, muito conhecida de todos nós: o político corrupto até os ossos, cujas tramóias municipais, estaduais e federais constroem um pequeno império pessoal, sustentado por clientelismo, assistencialismo e trocas de favores.
Na excepcional Boardwalk Empire, da HBO, Nucky tem duas poderosas atenuantes: todo mundo à sua volta é pior que ele; e quem o encarna é Steve Buscemi, capaz de revestir de humanidade e simpatia o mais asqueroso dos bandidos.
E Nucky não é um bandido banal, por isso nos importamos com ele: ele é um homem com fino faro para oportunidades, capaz de tirar o proverbial leite das pedras. E tem um mundo interior complexo, capaz igualmente de grande generosidade e frieza cirúrgica.
Nesta segunda temporada, iniciada dia 25 de setembro nos EUA, nosso anti-herói começa a enfrentar o outro lado de sua ascensão: todas aquelas pessoas que ele deixou tombadas às margens de suas vitórias e negociatas. Jimmy, o afilhado (Michael Pitt) reaproximou-se do pai, o Comodoro (Dabney Coleman) que se recusa a morrer; Eli, o irmão (Shea Whigman) está cansado de comer as sobras de sua mesa. Novas alianças são forjadas, o império parece pronto para ser dividido.
O grande personagem secundário da segunda Boardwalk Empire é, sem dúvida, Chalky White (Michael Kenneth Williams), o elegante gangster negro que é, na verdade, a imagem no espelho de Nucky e, possivelmente, seu mais fiel aliado. Há um confronto na cadeia de Atlantic City, primeiro entre Nucky e Chalky e, logo a seguir, entre Chalky e um bandidinho rasteiro, que dá vontade de levantar e aplaudir: perfeição de roteiro, direção, interpretação.
Ser bandido, na América dos anos 1920, quando tudo é proibido e, portanto, as oportunidades são infinitas, não é para qualquer um: só para quem tem calma, inteligência e classe.

  •  NOTICIA DO DIA 03/10/2011- SEGUNDA-FEIRA

                NINA DOBREV FALA SOBRE O NOVO VILÃO


Nina Dobrev fala sobre o novo vilão!
Muitos espectadores estão falando que o episódio da semana passada foi um dos melhores até agora, e eu não discordo. ”The End of the Affair” veio repleto de momentos de cair o queixo e reviravoltas reveladoras que sempre esperamos das séries da CW.
Mas pensamos que até mesmo os seguidores mais fanáticos não imaginariam isso acontecendo: Klaus correndo de um inimigo ainda mais perigoso do que ele! Ou seja, o que faz dele o maior e mais cruel vampiro vindo estremecer o original?  Fomos até a estrela Nina Dobrev, que estava na cidade promovendo o Projeto Iniciativa Rosa da Puma, para a resposta.
”Vocês lembram-se quando Damon era o maior, o vampiro ruim, e depois veio Katherine, o superou e pisou em seus dedos? Depois Klaus veio e me fez parecer uma ratazana? E agora, aparentemente, existe alguém ainda maior e pior do que Klaus. E só descobri agora, eu como Nina, só descobri agora quem era, ” Nina revelou. ”Mas o público, se isso te dá alguma dica, não descobrirá por enquanto. ”
Droga! Nunca fomos bons em esperar. Felizmente, no entanto, Nina deu dicas adicionais que podem fazer a espera valer a pena.
“Ele é grande, malvado, assustador e como qualquer outra pessoa na CW, é muito atraente.”
Hm… Teremos espaço em nossos corações para outro vilão incrivelmente lindo? O que estamos dizendo? CLARO QUE SIM! 




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